A capital da madeira que virou espelho d'água
No Sudeste Paraense, um município foi a cidade mais multada da Amazônia. Hoje é vitrine verde — e ainda falta médico no pronto-socorro.
Plantonista PS · R$ 3,5 mil/plantão 24h · PA
A cidade nasceu em 1965 na beira da Belém–Brasília e, em 2008, entrou na lista suja do Ministério do Meio Ambiente como um dos municípios que mais desmatavam o país: 43% dos seus quase 20 mil quilômetros quadrados já tinham virado pasto e serragem. A Polícia Federal fechou carvoarias na Operação Arco de Fogo, o boi foi embargado, dois mil empregos sumiram em um ano.
Em vez de brigar com a lista, as lideranças locais reuniram 51 entidades, fizeram o pacto do Município Verde com o Imazon e em dois anos saíram dela — o primeiro município da Amazônia a conseguir isso. Por baixo corre um mineroduto de 244 quilômetros, o primeiro do mundo a transportar bauxita. O Hospital Regional Público do Leste atende gente de 23 municípios; a UPA tipo II comporta quase 300 pacientes por dia. Belém fica a mais de 300 quilômetros, e o politrauma da BR-010 chega antes da vaga de transferência.
O credenciamento é de fluxo contínuo, pessoa física ou jurídica, com janela até 24/02/2027, e o pronto-socorro paga R$ 3,5 mil por plantão de 24 horas.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 3,5 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Sudeste Paraense, Pará
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