A cidade onde a medicina chega pela água
No Baixo Amazonas paraense, a bauxita tem ferrovia própria e o doente tem o rio. Falta quem fique do lado do doente.
Médico PSF + Plantonista PS · R$ 24,1 a 34,4 mil/mês ou R$ 4,6 mil/plantão 24h · PA
No oeste do Pará, a cidade embarca sete milhões e meio de toneladas de bauxita por ano. O minério tem ferrovia própria: cinquenta quilômetros de trilhos até um porto de navios de setenta e cinco mil toneladas. O doente não tem trilho — tem o rio Amazonas e, conforme o caso, oito, doze, dezoito horas de barco até Santarém.
Desde que a mineradora chegou, o PIB do município saltou de R$ 90 milhões para R$ 940 milhões em pouco mais de uma década, e a saúde aprendeu a crescer e a flutuar. Em terra, o Hospital 9 de Abril virou referência de média complexidade também para Faro e Terra Santa; na água, o barco-hospital Papa Francisco, com centro cirúrgico a bordo, sobe os igarapés até trinta e oito comunidades. A vaga fica entre os dois: PSF de manhã, pronto-socorro na escala.
O chamamento público nº 004/2026-SEMSA credencia pessoa jurídica em fluxo contínuo, de 09/06/2026 a 09/06/2027, online no Portal de Compras Públicas. Paga-se de R$ 24,1 mil a R$ 34,4 mil por mês, ou R$ 4,6 mil por plantão de 24 horas.
- A vaga
- Médico PSF + Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 24,1 a 34,4 mil/mês ou R$ 4,6 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Baixo Amazonas, Pará
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