A cidade que guarda um oceano embaixo da terra
Na Chapada Diamantina, há o segundo maior lençol freático do Brasil sob os pés — e precisa de médico de PSF na superfície.
Médico PSF · R$ 14,9 mil/mês · BA
É chão furado. O nome, em tupi, quer dizer buraco de mel — e o município inteiro, no centro da Bahia, está assentado sobre um calcário perfurado feito queijo suíço, que guarda o segundo maior lençol freático do Brasil e o maior acervo espeleológico da América do Sul. A gruta da Lapa Doce tem cerca de 42 quilômetros mapeados.
Embaixo, água demais; em cima, semiárido à espera de chuva: aqui é 100% caatinga. Na Pratinha, fazenda aberta ao turismo desde que as águas cristalinas foram descobertas em 1846, o visitante flutua num azul de aquário. Vem espeleólogo, vem pesquisador — o médico é que custa a vir. São quase 24 mil habitantes, o segundo município mais populoso da região de Seabra, atendidos por onze unidades básicas. Em 2022 a prefeitura comprou uma Casa de Saúde em Salvador para abrigar quem precisa de especialista na capital, a um dia de estrada.
A porta de entrada é um credenciamento em fluxo contínuo, permanente até 8 de abril de 2027, para atuar como autônomo, pessoa física ou jurídica, no PSF, pagando R$ 14,9 mil ao mês.
- A vaga
- Médico PSF
- Quanto pagam
- R$ 14,9 mil/mês
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Chapada Diamantina, centro da Bahia
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