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Credenciamento · Fronteira Brasil–Paraguai, sul de Mato Grosso do Sul

A cidade que já foi capital de território

Na fronteira seca onde uma avenida separa o Brasil do Paraguai, a prefeitura fixou R$ 18,5 mil mensais para o generalista de 40 horas na zona rural — e deixou o cadastro aberto por um ano inteiro.

Médico PSF + Plantonista PS · R$ 7,5 a 18,5 mil/mês ou R$ 2,6 mil/plantão 24h · MS

No fim do século XIX, esta faixa de mato da fronteira era o coração do império da erva-mate. A Companhia Matte Larangeira arrendou os ervais nativos e fez do povoado um entreposto das carretas que desciam para o Sul. Em 1912, ainda no velho Mato Grosso, virou município; em 1943 Vargas fatiou a fronteira em territórios federais e fez dele a capital de um deles.

Durou pouco: a Constituição de 1946 extinguiu o território, mas ficou o título que nenhuma vizinha tem. Hoje são cerca de 90 mil habitantes do lado brasileiro, a mais de 300 quilômetros de Campo Grande, colados na capital do departamento paraguaio de Amambay. A divisa é uma avenida: atravessa-se a rua e troca-se de país, de moeda e de idioma.

A tabela é fixada por resolução e não se negocia: R$ 7.510 por 20 horas semanais e de R$ 15.345 (urbana) a R$ 18.526,16 (rural) pelas 40 horas na Atenção Primária; o plantão ambulatorial paga R$ 106,92 a hora, cerca de R$ 2,6 mil por 24 horas. Só entra pessoa jurídica, e o cadastro fica aberto os 12 meses de vigência, até julho de 2027.

O que se sabe
A vaga
Médico PSF + Plantonista PS
Quanto pagam
R$ 7,5 a 18,5 mil/mês ou R$ 2,6 mil/plantão 24h
Vínculo
Credenciamento · somente PJ · cadastro aberto por 12 meses via ComprasBR
Região
Fronteira Brasil–Paraguai, sul de Mato Grosso do Sul

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