A cidade que mora de cimento
A trinta e poucos quilômetros da capital do estado, uma cidade que já teve três nomes diferentes hoje é conhecida por moer pedra e virar cimento — mas o médico que ela precisa ainda não apareceu.
Médico PSF · R$ 26,6 mil/mês · PR
A pouco mais de trinta quilômetros da capital do estado existe um município que troca o pó da estrada pelo pó do calcário moído. É um dos maiores polos de cimento do Brasil, indústria que ergueu prédios em meia dúzia de estados — mas começou como garimpo de ouro às margens de um rio de nome indígena.
Já se chamou de três formas desde o século XVIII: nasceu com o nome de uma santa, virou palavra tupi para monte reluzente e por fim adotou o nome do rio, ganhando um sufixo geográfico décadas depois só para não ser confundido com a capital de um estado do outro lado do país. Está na região metropolitana da capital e é porta de um vale de cavernas de calcário.
Foi essa combinação — cidade industrial de médio porte, sem médico fixo — que abriu o credenciamento: contratação de pessoa jurídica para serviço complementar de saúde, com vagas para clínico geral, ginecologista, psiquiatra e ultrassonografista, por um ano de contrato renovável. Ao médico da Saúde da Família, R$ 26,6 mil por mês.
- A vaga
- Médico PSF
- Quanto pagam
- R$ 26,6 mil/mês
- Vínculo
- Credenciamento (contratação de PJ, sistema de rodízio entre credenciadas)
- Região
- Região Metropolitana de Curitiba / Vale do Ribeira, PR
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