A mãe do Vale do Aço
Na Vale do Aço, no leste mineiro, um município já foi dona da Usiminas e da Acesita. Perdeu as duas — e hoje paga quem segura o plantão que sobrou.
Plantonista PS · R$ 2,7 mil/plantão 24h · MG
A cidade já foi dona da Usiminas e da Acesita e perdeu as duas sem sair do lugar: em 1964, Ipatinga e Timóteo se emanciparam levando os complexos siderúrgicos nascidos em território seu — e, com eles, os impostos. A cidade que pariu o Vale do Aço em 1948 virou a mãe que assiste, do fundo do vale, as filhas ficarem com as usinas e a fama.
O hospital conta a mesma história pelo avesso: erguido em 1936 pela Belgo-Mineira contra uma epidemia tropical, fechou e reabriu em 2017 com 82 leitos e o título que nenhuma das filhas ricas carrega: é o único 100% SUS da microrregião, referência para sete municípios e cerca de 230 mil pessoas. No pronto-socorro chega o turno de siderúrgica que termina em dor no peito e a moto que não completou a curva da BR-381.
O credenciamento de plantonista de pronto-socorro aceita pessoa física ou jurídica, em fluxo contínuo desde 29/05/2026, pela Plataforma AMM Licita (Edital 007/2026), e pede clínico geral sem exigência de RQE. Paga R$ 2,7 mil/plantão 24h — o preço de segurar a retaguarda de 230 mil pessoas.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 2,7 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Vale do Aço, Leste de Minas Gerais
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