A pedra miúda que só rola acompanhada
No espigão entre o Cerrado e a Mata Atlântica, uma cidade batizada por uma pedrinha que só rola acompanhada — e um plantão que insiste em rolar sozinho.
Plantonista PS · R$ 2,6 mil/plantão 24h (seg-sex) ou R$ 3 mil/plantão 24h (sáb/dom/feriado) · MG
No alto da Serra do Espinhaço existe uma cidade que os tupis batizaram pensando numa pedra pequena — daquelas que rolam sempre acompanhadas, nunca sozinhas. A 910 metros de altitude e a mais de 400 km da capital do estado, nasceu de um bandeirante que passava a caminho de outro destino, no século XVII, e decidiu plantar ali uma igreja.
O clima já registrou 1°C e já registrou 38°C, extremos de um planalto seco no inverno e generoso na chuva de verão. Mais de 32 mil pessoas vivem espalhadas por quase 2.740 km² de chapadas, e a paisagem é verde-escura em faixas retas: milhões de mudas de eucalipto plantadas todo ano para os fornos de carvão que abastecem indústria pesada em outros cantos de Minas.
O plantão médico aqui tem o destino da pedra miúda do nome: rola, mas nunca fica firme sozinho. A Fundação Hospitalar local abriu credenciamento para plantões, sobreavisos, consultas e exames. O plantão de 24 horas paga R$ 2,6 mil de segunda a sexta e R$ 3 mil aos sábados, domingos e feriados.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 2,6 mil/plantão 24h (seg-sex) ou R$ 3 mil/plantão 24h (sáb/dom/feriado)
- Vínculo
- Pessoa jurídica credenciada (PJ) — profissional médico sem vínculo trabalhista com a FHAP, apenas com a PJ inscrita no credenciamento.
- Região
- Vale do Jequitinhonha / Serra do Espinhaço, Minas Gerais
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