A cidade do cruzeiro à beira do córrego
No sul de Goiás, a poucos quilômetros das águas quentes mais famosas do Brasil, existe um município de cerca de 2 mil habitantes que nasceu de uma cruz fincada no chão em 1929 — e que hoje paga R$ 2,5 mil por plantão de 24 horas para o médico que aceitar atravessar a porteira.
Plantonista (hospital/UBS) · R$ 2,5 mil/plantão 24h · GO
Não foi o ouro que fundou este lugar, foi a terra. Por volta de 1929, o lavrador João Porfírio Ribeiro fincou um cruzeiro à margem esquerda de um córrego do sul de Goiás, atraído pela fertilidade do solo. Em 1933 ergueram uma capela ao lado da cruz, e a capela juntou gente. O povoado virou distrito de Caldas Novas em 1952 e se emancipou em 11 de novembro de 1958, com o nome do córrego que o viu nascer.
Segue entre os municípios menos populosos do estado: cerca de 2 mil habitantes, menos de cinco por quilômetro quadrado. A economia é a mesma que motivou o cruzeiro de 1929 — arroz, milho e leite. Um município desse tamanho não sustenta corpo clínico próprio: quem atende no consultório hospitalar e na unidade básica quase sempre vem de fora.
O Chamamento Público nº 01/2026 credencia clínicos gerais plantonistas por plantões de 12 horas a R$ 1.250,00 — R$ 2,5 mil por 24 horas —, e aceita pessoa física ou jurídica. As inscrições vão de 10/07/2026 a 31/12/2026, exclusivamente presenciais na Secretaria Municipal de Saúde, das 8h às 16h.
- A vaga
- Plantonista (hospital/UBS)
- Quanto pagam
- R$ 2,5 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Sul de Goiás
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