O ouro da BR-163
No norte de Mato Grosso, a cidade que nasceu de um dos maiores garimpos de ouro do país, à beira da BR-163, credencia clínicos de 40 horas para a atenção básica urbana e rural — salários de R$ 18,9 a R$ 21,2 mil por mês, com CAPS pagando até R$ 20 mil — em credenciamento contínuo, somente PJ e sem prova.
Médico PSF · R$ 18,9 a 21,2 mil/mês · MT
A cidade leva o nome do rio que corta a região, mas quem a fez foi o ouro: no início dos anos 1980, um dos maiores garimpos a céu aberto do país atraiu dezenas de milhares de garimpeiros para a beira da BR-163, no norte de Mato Grosso. Da febre ficaram a cidade e a vizinhança com as terras Kayapó de Capoto/Jarina, do cacique Raoni, portal da região do Xingu.
Passado o auge das bateias, a economia se assentou na pecuária, na lavoura e no que restou da mineração. A atenção básica cobre a sede e um interior extenso — unidades urbanas, distritos e zona rural — e a rede inclui um CAPS, tudo suprido por credenciamento de clínicos em regime de 20 ou 40 horas semanais.
O credenciamento aceita somente pessoa jurídica, sem prova e sem RQE para o clínico. As 40 horas pagam R$ 18.894,80 por mês na zona urbana — três vagas — e R$ 21.178,12 em distrito ou zona rural; a jornada de 20 horas rende R$ 10.806,22. No CAPS, são R$ 12.667,33 por 20 horas e R$ 20.050,17 por 40. Novos credenciados entram durante toda a vigência de 12 meses, prorrogável.
- A vaga
- Médico PSF
- Quanto pagam
- R$ 18,9 a 21,2 mil/mês
- Vínculo
- Credenciamento 003/2026 · somente PJ · fluxo contínuo (12 meses, prorrogável)
- Região
- Norte de Mato Grosso — BR-163, portal do Xingu
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