O plantão à beira da Belém–Brasília
No Sul do Tocantins, nasceu um município convencendo a Belém–Brasília a passar por ele — e hoje o pronto-socorro segura o sul inteiro do estado.
Plantonista PS · R$ 2 mil/plantão 24h · TO
A cidade existe porque um homem foi atrás da estrada. No fim dos anos 1950, o fazendeiro Benjamim Rodrigues viajou até Goiânia para convencer Bernardo Sayão, o engenheiro da Belém–Brasília, a fazer a rodovia cortar as terras recém-ocupadas pela sua família no então norte goiano. Conseguiu: a BR-153 passou e, em 1958, o povoado virou município.
A aposta deu certo demais. É hoje a terceira maior cidade do Tocantins, com cerca de 90 mil habitantes, campus de universidade federal e um apelido levado a sério — Capital da Amizade. Na saúde, a centralidade tem número: o Hospital Regional, com 164 leitos e 20 de UTI, é referência para mais de 177 mil pessoas. A carreta que capota na 153 e o parto que veio de duas horas de terra batida descem para a mesma porta.
O credenciamento é de plantonista de pronto-socorro, autônomo, pessoa física ou jurídica, com inscrições em fluxo contínuo de 11/05/2026 a 11/05/2027. Paga-se R$ 2 mil por plantão de 24 horas, com a alta complexidade a 246 quilômetros, em Palmas.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 2 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Sul do Tocantins
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