O plantão no alto do Espinhaço
No Alto Jequitinhonha, Minas Gerais, um município tirou diamante do leito do rio — e ainda não conseguiu segurar um médico.
Plantonista PS · R$ 24,4 mil/mês ou R$ 2 mil/plantão 24h · MG
O município tem um córrego chamado Fome. Era ali, à beira d'água, que os tropeiros do século XVIII paravam a caminho das lavras de Diamantina, e do leito do rio saíram ouro e diamante de verdade. Hoje são 4.245 habitantes encostados na Serra do Espinhaço, no alto Jequitinhonha, com o casario de tropeiro ainda de pé.
O contraste cabe numa linha de orçamento: o chão deu diamante, mas 43% da economia atual é a folha da administração pública. O resto é roça, serviço miúdo e um turismo de cachoeira entre pedra e vereda. Há atenção básica e não há hospital: todo caso que aperta desce de ambulância a estrada de serra até Diamantina, 30 quilômetros de curvas. O plantonista é o primeiro e único par de mãos.
O credenciamento de clínicos plantonistas é de fluxo contínuo, aberto até 31/12/2026, para pessoa física ou jurídica, com processo 100% eletrônico. Paga R$ 24,4 mil por mês ou R$ 2 mil por plantão de 24 horas. O tropeiro parava no Córrego da Fome porque dali dava para chegar.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 24,4 mil/mês ou R$ 2 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Alto Jequitinhonha, Minas Gerais
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