O plantão no km 180 da Transamazônica
Na Transamazônica, Sudoeste do Pará, um município nasceu de um bar. Hoje é potência do cacau no estado — e o pronto-socorro precisa de plantonista.
Plantonista PS · R$ 1,8 mil/plantão 24h · PA
Começou como um bar. No km 180 da Transamazônica, alguém montou nos anos 1970 um ponto de parada para ônibus e caminhões, e em volta daquele balcão brotaram restaurante, pensão e posto, até o acampamento virar cidade e o município nascer em 1988. O nome é tupi e quer dizer cesto de flores. O que o cesto carrega hoje é cacau.
É o segundo maior produtor do Pará, estado que lidera a produção nacional, com mais de 17 mil toneladas por ano saindo de roças em vicinais de terra vermelha que o inverno amazônico transforma em lama. Belém fica a mais de mil quilômetros de asfalto incerto. O Hospital Municipal sustenta sozinho a urgência 24 horas, centro cirúrgico e obstétrico de baixa e média complexidade; o que passa disso vira horas de estrada até Altamira.
O credenciamento é de fluxo contínuo, com inscrições de 23/04/2026 a 23/04/2027: entra-se como pessoa física ou jurídica e assume-se o pronto-socorro como plantonista, a R$ 1,8 mil por plantão de 24 horas — o parto que não esperou, o trauma da moto na chuva, sem UTI no corredor.
- A vaga
- Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 1,8 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Transamazônica, Sudoeste do Pará
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