O pouso dos tropeiros onde o mel virava moeda
No Mato Grande potiguense, um município nasceu do mel de uma abelha sem ferrão e hoje gira turbinas eólicas — mas a saúde de 6 mil pessoas cabe numa Unidade Mista.
Médico PSF + Plantonista PS · R$ 19,2 mil/mês ou R$ 2,5 mil/plantão 24h · RN
O município tem nome de abelha: a Melipona subnitida, sem ferrão, da Caatinga, cujo mel os tropeiros que pousavam ali arrancavam dos ocos de árvore e vendiam adiante. O mel virou moeda, o pouso virou povoado em 1936 e o povoado se emancipou de Lajes em 1963 — a terra mais seca do Nordeste produzindo um doce que o sertão usa até hoje em ferida e conjuntivite.
Sobre a mesma chapada giram hoje torres eólicas de mais de cem metros: em 2023, catorze parques entraram em operação por ali. O vento daqui ilumina casas que seus moradores nunca vão ver, enquanto a saúde deles inteira cabe numa Unidade Mista, o híbrido sertanejo de posto e mini-hospital, para pouco menos de sete mil pessoas. Não há UTI nem hospital de referência no território: o caso grave precisa vencer estrada até Natal.
O credenciamento de serviços de saúde (PCRA 489/2026) aceita pessoa jurídica com registro no CRM/RN, com inscrições abertas de 29/05/2026 a 29/05/2027 e protocolo no Setor de Licitações. Paga R$ 19,2 mil por mês ou R$ 2,5 mil por plantão de 24 horas.
- A vaga
- Médico PSF + Plantonista PS
- Quanto pagam
- R$ 19,2 mil/mês ou R$ 2,5 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · PF ou PJ · fluxo contínuo
- Região
- Mato Grande, Rio Grande do Norte
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