A cidade que ainda tira ouro da serra — e não acha médico
No Piemonte da Diamantina, na Bahia, uma cidade extrai ouro de verdade há mais de 300 anos — e há 20 cadeiras de clínico geral que ninguém sentou.
Médico Clínico (rede municipal) · R$ 12 mil/mês · BA
No século XVII, a notícia de ouro nas serras do norte da Chapada Diamantina puxou bandeirantes sertão adentro. Por volta de 1652 o garimpo já ocupava 700 batéias; em 1727 a Coroa instalou ali uma casa de fundição e, em dois anos, a mina rendeu cerca de 3.841 libras de ouro. O apelido ficou: Cidade do Ouro.
O extraordinário é que não virou museu. Três séculos depois, as minas subterrâneas locais, hoje de um grupo canadense, fecharam 2025 com cerca de 190 mil onças. Em volta, serras, rios e cachoeiras cercam uma cidade de 80 mil habitantes que vive de mineração, comércio e serviços. Mas a rede municipal precisa cobrir zona urbana e rural, e o edital cita postos remanescentes do credenciamento anterior.
O Credenciamento nº 004/2026, publicado em 07/06/2026, abre 20 vagas de clínico geral de 40 horas a R$ 12.000 por mês, uma de 40h com AIH a R$ 10.000 e cinco de 20 horas a R$ 5.500, por pessoa jurídica. É de fluxo contínuo, com vigência de 12 meses: a inscrição pode ser feita a qualquer tempo, por e-mail ou no Setor de Licitações.
- A vaga
- Médico Clínico (rede municipal)
- Quanto pagam
- R$ 12 mil/mês
- Vínculo
- Credenciamento · somente PJ · fluxo contínuo
- Região
- Piemonte da Diamantina, na Bahia
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