O quilombo do café a mil metros
No sudoeste da Bahia, a quase mil metros de altitude, um município nasceu de um quilombo e de uma feira de beira de estrada — e paga mais a quem topa atender do outro lado da BR-116.
Médico Clínico 40h + Plantonista Hospital · R$ 12,1 a 13,2 mil/mês ou R$ 2,2 a 2,4 mil/plantão 24h · BA
No sudoeste da Bahia, a quase mil metros de altitude, há um município com duas certidões de nascimento. A oficial é a lei estadual nº 1.658, de 5 de abril de 1962, que fez cidade um arraial que era só uma feira. A outra é anterior: entre 1810 e 1869, escravizados fugidos da comarca de Rio de Contas formaram ali um quilombo.
É sertão de altitude, com noites de julho abaixo dos 10 °C e uma rodovia federal partindo o território em dois: de um lado a mata, com chuva e café; do outro, a caatinga do gado e da subsistência. São 24 mil habitantes, e o maior polo urbano da região fica a 47 quilômetros — perto o bastante para o médico atender e voltar. Há hospital geral com escala de plantão.
O credenciamento é somente por pessoa jurídica, em fluxo contínuo e por prazo indeterminado. O clínico de 40 horas ganha R$ 12.100 por mês na sede, R$ 12.300 num povoado rural e R$ 13.200 no mais distante — o adicional é a medida exata da distância que ninguém quer percorrer. O plantão de 24 horas paga R$ 2.200 nos dias úteis e R$ 2.400 no fim de semana.
- A vaga
- Médico Clínico 40h + Plantonista Hospital
- Quanto pagam
- R$ 12,1 a 13,2 mil/mês ou R$ 2,2 a 2,4 mil/plantão 24h
- Vínculo
- Credenciamento · somente PJ · fluxo contínuo
- Região
- Sudoeste da Bahia
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